Arquivo para Março 18th, 2008

18
Mar
08

Arquitetura da Informação

Em meados da década de 60, um arquiteto chamado Wurman cria a expressão “arquiteto de informação”, nome que definiria o encarregado de organizar informações e depois disponibiliza-las. Alguns restringem esse nome apenas ao profissional trabalhando nisso, enquanto há quem nomeie todo o processo dessa forma.   

Essa profissão cresceu justamente na época da expansão da internet, o que expandiu ainda mais a idéia, em fusão com outros processos, como ciências, design, administração entre outras.Um website pode conter diversas informações dispostas, de acordo com o conteúdo a ser transmitido, o tamanho da empresa, bem como seu produto/objetivo.     

Assim como toda mensagem a ser transmitida para um determinado público, o criador dessa ‘interface’ da arquitetura da informação precisa conhecer seu usuário.        

A estruturação do site é feita pelo “wireframe” , também cabe a ela fazer todo o ‘esqueleto’ do site, bem como a sequência de navegação, e etc.      

Há uma série de vantagens e desvantagens da atuação dos wireframes, como a eficiência da aplicação de conceitos de usabilidade, ou até desencontros e desentedimento de conteúdos. Por isso, antes de qualquer mudança, o wireframe deve ser devidamente testado, já que nada é altamente preciso na transmissão de informações.

18
Mar
08

Hipertexto

 

Hipertexto se trata de uma forma de ‘ligação’ que possibilita uma interação com arquivos executáveis ou de algumas formas de dados, popularmente falando, hipertextos são os considerados “links”, que podem nos levar (com a ajuda de algum programa) a visualizar vídeos, ouvir sons e abrir outros aplicativos.
Conjuntos de textos não-lineares, os hipertextos não possuem uma formação padrão, não possui começo nem fim, suas ligações o tornam sem restrições e implementam novos caminhos em suas extensões.
Porém, em virtude dessa “desorganização”, para a compreensão total de um hipertexto requer a ajuda do usuário, afinal não se trata de informações organizadas, e sendo assim pode dificultar seu entendimento. Ou pelo contrário, essas ligações geram também uma pesquisa exploratória, que pode deixar o pesquisador ainda mais a par do assunto pela interação com a informação.
Concluindo, essa forma desfragmentada de apresentar o conteúdo pode tanto facilitar como atrapalhar a pesquisa, pois ao mesmo tempo em que personaliza o trabalho, espalha informações sem denominar “entradas e saídas”, requerendo mais atenção do leitor.

18
Mar
08

Formatos de Publicidade na WEB

Antes de qualquer coisa, de maiores aprofundamentos na propaganda on-line, vamos ver alguns termos e alguns conceitos importantes para um melhor entendimento do que é esse mundo virtual.

Internet – Rede de computadores que permite uma comunicação entre as máquinas, permite trocar informações, enviar e receber mensagens,  conversar com outras pessoas ou apenas ler as informações de qualquer parte do planeta.

WEB- World Wide Web, é o lado gráfico/visual da internet., a internet é a rede, enquanto a Web é parte visível dela, onde  podemos interagir, é o  ambiente multimídia da Internet, também conhecido como www.  

Navegador/ Browser -Programa para acessar páginas da Internet. Ele transforma informações digitais em algo “visual”. Temos como exemplo de navegadores o Internet Explorer e o Mozilla. É um software que interpreta/decodifica a linguagem html, permitindo assim explorar textos, fotos, gráficos, sons e vídeos na Internet.

URL - Uniform Resource Locator, Localizador Uniforme de Recursos, sistema de endereçamento das paginas da WEB.

HTTP – Hiper Text Transfer Protocol, Protocolo de transferência de Hipertexto, é um protocolo de comunicação, responsável pelo tratamento de pedidos/respostas entre usuario e servidor na WEB.

HTML – Hiper Text Markup Language, linguagem de marcação de Hipertexto, utilizada para produção de conteúdo para Internet.

Plug-In – Software que funciona para adicionar funções a outros programas maiores dando outras funcionalidades a eles.

Texto na Internet O texto para Internet pode ser feito em códigos ou em imagens (como por exemplo, os botões utilizados em alguns sites). Ao desenvolver um texto para WEB, é importante lembra-se que para melhor visualização do mesmo é preferível utilizar fontes sem serifa, já que estas facilitam a leitura por evitarem falhas como o serrilhado.

Fontes Serifadas – São aquelas fontes em que pequenos traços aparecem nas hastes e extremidades das letras, como nas fontes:

Times New Roman

Bodoni MT

Georgia

Fontes Sem Serifa – São as fontes que em suas letras não possuem as serifas, aqueles pequenos traços em sua extremidades, são fontes sans-serif (do francês “sem serifa”),  normalmente utilizadas em Internet:

Tahoma

Verdana

Arial

Cor na Internet Outro ponto importante que não pode ser deixado de lado é escolher cores que favoreçam a idéia por trás do site. Escolher cores de fácil visualização e lembrar sempre manter a identidade visual de todas as paginas para que sirvam de referencia para leitura do usuário.

Sitema RGB – É um sistema aditivo de cores, formado por R (red), vermelho; G (green), verde e B (blue) azul. É o padrão utilizados pelas cores de luz, como as que vemos nas telas dos computadores ou em projetores.

Sistema Hexadecimal – As cores do sistema RGB podem ser codificas no sistema hexadecimal (formado por seis dígitos que vão de 0 à 9 e de A à F)  para utilização na Internet.

A cor preta neste sitema, por exemplo pode ser lida da seguinte forma 00 00 00)

Link para tabela de cores: http://flatschart.com/faenac/web/arquivos/tabela_cores.html

WEB Safe Colors – A combinação entre 00,33,66,99,CC, FF (Sistema hexadecimal) resulta em uma lista de cores que terão o mínimo de diferença quando visualizadas em diferentes computadores.




 

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