Em meados da década de 60, um arquiteto chamado Wurman cria a expressão “arquiteto de informação”, nome que definiria o encarregado de organizar informações e depois disponibiliza-las. Alguns restringem esse nome apenas ao profissional trabalhando nisso, enquanto há quem nomeie todo o processo dessa forma.
Essa profissão cresceu justamente na época da expansão da internet, o que expandiu ainda mais a idéia, em fusão com outros processos, como ciências, design, administração entre outras.Um website pode conter diversas informações dispostas, de acordo com o conteúdo a ser transmitido, o tamanho da empresa, bem como seu produto/objetivo.
Assim como toda mensagem a ser transmitida para um determinado público, o criador dessa ‘interface’ da arquitetura da informação precisa conhecer seu usuário.
A estruturação do site é feita pelo “wireframe” , também cabe a ela fazer todo o ‘esqueleto’ do site, bem como a sequência de navegação, e etc.
Há uma série de vantagens e desvantagens da atuação dos wireframes, como a eficiência da aplicação de conceitos de usabilidade, ou até desencontros e desentedimento de conteúdos. Por isso, antes de qualquer mudança, o wireframe deve ser devidamente testado, já que nada é altamente preciso na transmissão de informações.

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